Um mergulho visceral em versos escritos entre dor, solidão e redenção. Um registro cru de quem escolheu transformar angústia em poesia.

Escrevi esses poemas durante quatro anos, em dias em que a vida parecia insuportável. Hoje compartilho porque acredito que a vida é isso: deixar uma parte da alma no mundo.

Como já dizia Kurt, “Sou o pior no que faço de melhor.”


 O que começou como cartas e diários virou refúgio, e esse refúgio se tornou poesia.
 Não considero um livro, mas um lugar onde registrei minhas dores, minhas fases, minhas verdades.

 Escrevi para não guardar, para deixar algo no universo
mesmo que fosse só a minha angústia.

Sou Guilherme Oro.

 Escrevi esses poemas durante quatro anos, em dias em que a vida parecia insuportável.
 Hoje compartilho porque acredito que poesia é isso: deixar uma parte da alma no mundo.

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